28 de junho de 2013

“Quem ama ama. Quem ama só ama. É essa a sua missão, a sua ocupação, a sua função: amar. Sem olhar a como. Sem olhar a porquê. Aliás: geralmente amar, quando é amar, é sem porquê. É simplesmente porque é. Amar, quando começa a concentrar-se em porquês e em comos e em quandos, já não é amar. Amar racionalmente é o começo de não-amar.
Se pensas sobre como amas, quando amas e porque amas: então é porque já não amas.”
 
Pedro Chagas Freitas