“Quem ama ama. Quem ama só ama. É essa a sua missão, a sua
ocupação, a sua função: amar. Sem olhar a como. Sem olhar a porquê. Aliás:
geralmente amar, quando é amar, é sem porquê. É simplesmente porque é. Amar, quando
começa a concentrar-se em porquês e em comos e em quandos, já não é amar. Amar
racionalmente é o começo de não-amar.
Se pensas sobre como amas, quando amas e porque amas: então é porque já não amas.”
Se pensas sobre como amas, quando amas e porque amas: então é porque já não amas.”
Pedro Chagas Freitas

