28 de junho de 2013

“O fundo és tu, o chão és tu. Não te vejo se não te posso tocar. Mal te toco deixo de te ver. Turva verdade, absoluta verdade. És doce e és duro. És assim: um delírio e uma alucinação. Uma única andorinha que me faz a primavera. De aço e algodão.”
 
Pedro Paixão