23 de fevereiro de 2013

"É tempo. É tempo de ainda ires a tempo. Tempo de esqueceres as palavras e seres os que as palavras dizem; tempo de esqueceres os poemas e seres o que os poemas são; tempo de esqueceres as promessas e seres o que as promessas demandam. É tempo de seres palavra, poema e promessa. Porque o tempo, se não sabes deverias saber, apenas se mede em suspiros. Há quanto tempo deste o teu último?"

Pedro Chagas Freitas