13 de fevereiro de 2013

"A tua morte é sempre nova em mim.

Não amadurece. Não tem fim.

Se ergo os olhos dum livro, de repente

tu morreste.

Acordo, e tu morreste.

Sempre, cada dia, cada instante,

a tua morte é nova para mim,

sempre impossível."

 
Adolfo Casais Monteiro