7 de março de 2013

“esquece-me. quero andar
ao sabor do meu instinto
cultivado na desgraça.

o amor,
- deixa um travo, mas passa.

não tenhas pena.
do alto do meu aprumo
desafio a tua verve:

- para morrer,
qualquer lugar,
qualquer corpo,
e qualquer boca me serve.”

António Botto