“A noite de ti. Como todas as noites de ti. O pânico de fechar os olhos. Temer adormecer. E resistir. Ao sono, à fuga, ao despregar – a tudo o que não é o teu tudo. Os lençóis suados de te amar. O abraço doído de te apertar. A concha cravada... de dois corpos em concha. A noite de ti. Como todas as noites são noites de ti.”
Pedro Chagas Freitas
Pedro Chagas Freitas

