7 de março de 2013

“Amar a lágrima da tua saliva, flirtar contigo como se fosses a vida. Confessar-me pecado – para te levar para todo o meu lado. És a mágoa que me abdico de magoar, o vento que me demito de soprar. És a terra ausente onde me deito, a lama pungente que me escorre do peito. És a mulher que me rouba o sonho, que me espanta o milagre. És a mulher que é sonho – meu milagre.”

Pedro Chagas Freitas