“Que ruído tão triste o que fazem dois corpos quando se
amam,
parecido com o vento que se mexe no outono
sobre adolescentes mutilados,
enquanto as mãos chovem,
mãos ligeiras, mãos egoístas, mãos obscenas,
cataratas de mãos que foram um dia
flores no jardim de um bolso pequeno.”
(...)
Luis Cernuda

