29 de dezembro de 2012


"É um outro corpo: um outro homem – e no entanto tu. Sempre tu – a ser o corpo que amo; sempre tu – a ser a voz que ouço. És quem eu amo – mesmo que nunca te tenha amado. Sou a mulher que se vende ao fogo – a vadia que se abre ao grito; sou a mulher que se vende – para te poder comprar: a mulher que vende amor – para te poder amar."
Pedro Chagas Freitas